Palavras do Franqueado

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30-03-2011

Alessandro Alencar

Boa Viagem



Alessandro Alencar tem muita história para contar. Está na UNS praticamente desde o início da rede e até hoje, ao todo, já dirigiu sete unidades: quatro em Manaus, uma em Fortaleza, uma em São Paulo e a mais recente agora, em Recife. O diretor está totalmente envolvido na expansão do Nordeste e, junto com a esposa, Micheline, tem muitos planos para contribuir no crescimento da UNS.


- Você está na UNS desde o começo. Como é que começou essa sua história com a UNS?


Alessandro - Eu trabalhava em outra rede de escolas junto com o Marcel e quando soube que ele tinha aberto uma escola em SP perguntei se não poderia abrir com a marca dele. Após a confirmação fui em busca de qual seria a melhor opção de cidade. Na época eu morava em Recife, mas me mudei pra Manaus para encarar esse desafio. Iniciei o negócio com 20 mil emprestados de um amigo, onde 15 mil eram para alugar o imóvel, comprar cadeiras para o comercial e telefones. Os outros cinco mil eram para eu pagar as minhas contas pessoais daquele mês de julho, de 2004.  Ou seja, eu só tinha fôlego para me sustentar por apenas um mês, bem como para a empresa. Montei o comercial e fizemos mais de 100 matriculas no primeiro mês. Com o dinheiro das matriculas e mensalidades comecei a montar a escola, (cadeiras de sala, mesas, quadros, passagens para o treinamento pedagógico com a Cintya Takeda e Administrativo com a Erika Magalhaes. Engraçado é que a central de treinamento era numa sala de 4X2 na unidade Jardins. O fato é que em seis meses paguei o empréstimo ao meu amigo, fiz mais 250 matriculas e já estava preparado para abrir a 2ª unidade em Manaus. Um ano mais tarde me casei e me senti mais seguro em continuar investindo, porque tive o apoio da Micheline que me ajudaria a administrar as escolas e eu ficaria livre para focar o meu trabalho na expansão e na área comercial. Depois da segunda escola, não paramos de expandir. Abrimos a 3ª e 4ª escola em Manaus e depois encaramos a primeira escola do Nordeste, na linda e maravilhosa cidade de fortaleza, considerada o conclave brasileiro.


- O que te fez querer fazer parte da UNS logo no início?
Alessandro - As únicas coisas que me fizeram acreditar chamam-se Marcel e Erika. Tínhamos uma logomarca horrível, um material didático péssimo, zero de orientação de estrutura física, praticamente nenhum suporte, mas tínhamos uma coisa que era muito maior que tudo isso: TÍNHAMOS UM SONHO. Nós verdadeiramente acreditávamos que poderíamos crescer, gerar empregos e melhorar nossas vidas.  A minha confiança no casal sempre foi total, quando existia um desafio encarávamos juntos, dando certo ou errado.



- Por que começar em Manaus e logo com tantas unidades?
Alessandro - Eu já tinha morado em Manaus dois anos antes de resolver ir morar lá e abrir escolas. É uma cidade que tem muito potencial, tudo que se planta você colhe. Tem um distrito industrial com mais de 500 empresas e uma enorme carência em mão de obra qualificada, apostei nisso para iniciar o meu projeto. Não comecei com quatro unidades, comecei devagar ate por que não tinha capital pra isso. À medida que a 1ª abertura deu certo, apostei todas as minhas fichas de olhos vendados.


- A unidade Chácara Klabin você abriu enquanto tinha as de Manaus ainda?
Alessandro - Recebi um convite do Marcel para ir morar em São Paulo para assumir a área comercial. Minha mudança aconteceu muito rapidamente, nem deu tempo de vender todas as escolas antes de ir.  Abrimos a unidade Chácara Klabin e continuamos com Adrianópolis, Manaus, por alguns meses.


- Quando você resolveu vender as unidades de Manaus?
Alessandro - As minhas escolas sempre tiveram muita liquidez, é so anunciar que vendo. Pra se ter uma ideia entre as três escolas tínhamos mais de 1300 alunos.  Depois que cheguei em São Paulo nos apaixonamos pela cidade e resolvemos vender as escolas de Manaus.


- E o que te fez aceitar o desafio da expansão Nordeste?
Alessandro - Eu acredito muito no potencial da região e, devido a Copa do Mundo que terá como sede Recife, Salvador, Fortaleza, Natal , percebi que para  UNS crescer nessa região seria necessário a presença in loco de um diretor comercial. Mas tudo foi muito rápido, fiz esse comentário com meu sogro que eu estava pensando em mudar pra Recife enquanto voltava de uma consultoria na unidade de Sorocaba. Nesse meio tempo de estrada ele ligou para um corretor de imóveis, olhou um imóvel que estava disponível e me retornou a ligação que já tinha um imóvel em vista. Peguei um vôo no dia seguinte pra Recife e fechei negocio. Mas a ideia era somente abrir a escola e me mudar somente no meio do ano de 2011. Me reuni com o Marcel e definimos que o memento do Nordeste seria agora. 


- Qual é a sua meta de unidades no Nordeste?
Alessandro - Pretendo abrir duas escolas por ano. Até onde vou chegar vai depender da formação de novos profissionais. Para mim, uma coisa está ligada a outra. Antes a dificuldade era o capital, hoje o que pode me impedir de crescer é a falta de material humano. Mas com a ascensão da UNS BOA VIAGEM, que já tem 100 alunos em menos de dois meses, estou certo de que isso não será um problema. A minha equipe comercial será recompensada por todos os esforços.


- Depois de tantos anos trabalhando com a UNS, o que você tem a dizer da rede?
Alessandro - Não tenho nada a dizer da rede e sim do seu idealizador. O Marcel é um cara que tem uma visão além do seu tempo. A UNS só cresce porque ele está disposto a isso. Tenho muito orgulho de fazer parte desse time, aqui o seu esforço e dedicação é reconhecido. Isso mantém minha chama acesa.


- O que mais te motiva a continuar na UNS?
Alessandro - Sou um cara movido a desafios. Se você me diz que algo é impossível vou te provar que está enganado. Já rodei os quatro cantos do país e continuo querendo sempre mais. As dificuldades me encorajam a querer sempre mais. A expansão do Nordeste é o meu foco, precisamos ter 25 escolas espalhadas, mas também quero fazer parte da primeira unidade fora do país, sonho com isso.


 


Autor: Alessandro AlencarMatéria com 273 visitas